segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes -

Esta é a Ana.

Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.
“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. - Wikipedia
Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.
Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:
Ana está meio infeliz.
Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:

É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.
Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:

Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.

Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:

Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.

Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam, isso os deixou satisfeitos e otimistas.

Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.
Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.

Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:
GYPSYs são ferozmente ambiciosos
President1
O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.
Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e  também que a frase “realização profissional” está muito popular.


Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.
Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:

Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:
GYPSYs vivem uma ilusão
Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:
Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.

Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:
es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum
De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.
Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.
Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:

Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.
Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.
Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.
Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.
E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:

A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.
E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:
GYPSYs estão sendo atormentados
Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.
A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.
As redes sociais criam um mundo para a Ana onde: A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos, B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades, e C) as pessoas que expôe mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.

Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.
Aqui vão meus conselhos para Ana:
1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.
2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.
3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Atenção e temperança - Uma atitude que abre muitas portas

Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpa aos leitores pela ausência de posts neste período, estava em semanas bastante tumultuadas, mas agora acredito que as coisas voltem ao ritmo de origem.

Estava pensando um pouco mais sobre as atitudes que temos que nos fazem conquistar nosso espaço, estar atento a tudo o que acontece e possuir a temperança como baliza de controle emocional.

Atenção: Item que não se tem mas se exercita, ouvir atenciosamente, olhar com atenção, falar com sabedoria, estes são exercícios diários que devem ser realizados para que possamos nos considerar pessoas atentas.

Temperança: Isto tem muito a ver com a tranquilidade que rege seus passos e suas atitudes, quando dizemos que determinada pessoa é destemperada, já vem à nossa mente uma pessoa que não possui equilíbrio sobre si própria.

Juntando estas duas atitudes, alcançamos o equilíbrio, um item buscado por muitos e alcançados por poucos.

É claro que isso não é tão somente uma fórmula, isto é um estado de espírito, e uma busca pela equação entre razões e emoções.

É óbvio que na vida o equilíbrio é vital, mas trazendo isso para o tema dos assuntos que tratamos aqui, nas Empresas Modernas, o exercício destes comportamentos, faz de você uma pessoa exemplo e desperta em outras o desejo de ser como você.

Inclusive, servindo em muitas vezes como pessoas que detém o poder de tomar decisões sem influências externas, o que vamos e venhamos, nos dias de hoje é quase impossível encontrar este tipo de profissional.

Valeu galera, até a próxima !

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Saber ser objetivo em suas palavras.

É comum encontrarmos pessoas que muito falam e nada dizem.

Para os profissionais e líderes de uma maneira geral este é um trunfo para os resultados, quando se sabe exatamente o que se quer e onde se pretende chegar, já temos meio caminho andado. Entretanto, quando sabemos tudo isso e sabemos também como passar isso para nossos liderados de uma forma clara e objetiva, certamente, atingiremos nossos objetivos muito mais rápido.

Quando quiser dizer alguma coisa a alguém, seja firme, consciente e conhecedor do assunto, isto fará com que a segurança em suas palavras transmitam exatamente o que você espera daquilo que está propondo ou pedindo.

Valeu até a próxima

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dicas para Ouvir Efetivamente


Para ter êxito no seu trabalho, líderes devem escrever, falar e ouvir efetivamente. Destas 3 habilidades, ouvir efetivamente talvez seja a mais importante, considerando que eles são demandados a fazê-lo com significativa frequência. Infelizmente, ouvir provavelmente também é a habilidade mais difícil de dominar…

Ouvir efetivamente é um desafio e tanto, em parte porque as pessoas frequentemente estão mais focadas naquilo que estão falando do que naquilo que estão ouvindo de volta. De acordo com um recente estudo realizado pela Harvard Business Review, as pessoas consideram que as mensagens que elas enviam são mais importantes do que as mensagens que elas recebem.

Ouvir é difícil porque as pessoas não se dedicam tão intensamente nisso quanto deveriam. Ouvir dá a sensação de acontecer tão naturalmente que colocar um monte de energia nisso não parece fazer sentido. Entretanto, dedicar-se intensamente e energia é exatamente o que ouvir efetivamente demanda.

Líderes devem ouvir explicações, raciocínios e defesas sobre iniciativas e estratégias. Eles estão constantemente se comunicando com diferentes profissionais cujas bagagens vão de contabilidade à finanças, de marketing à TI. Além disso, as explicações de diferentes equipes sobre qualquer iniciativa pouco ortodoxa frequentemente introduz um desafio significativo às habilidades de escuta do líder. Assim, compartilho algumas dicas que estes líderes podem utilizar para aprimorar essa habilidade:

1. CONCENTRE-SE NO QUE OS OUTROS ESTÃO DIZENDO.

·         Quando está ouvindo alguém, você frequentemente se vê pensando numa tarefa cujo prazo de entrega está se esgotando? ou mesmo numa questão familiar importante?

·         No meio de uma conversa, você percebe às vezes que não ouviu uma única palavra do que a outra pessoa falou?

Pois é, a maior parte dos indivíduos falam numa velocidade entre 175 a 200 palavras por minuto. Entretanto, pesquisas sugerem que nós somos capazes de processar palavras numa velocidade de 600 a 1.000 palavras por minuto. O papel do líder hoje em dia é muito rápido e complexo e, considerando que o cérebro não utiliza toda a sua capacidade ao ouvir, a mente do líder talvez devaneie pensando em perguntas e explicações que ainda estão por vir ao invés de ouvir a mensagem presente. Esta energia mental não utilizada pode ser uma barreira para ouvir efetivamente, fazendo com que o líder perca ou mal interprete o que os outros estão falando.  É importante, portanto, que o líder se concentre naquilo que os outros estão dizendo de forma a que uma comunicação efetiva possa se estabelecer.

2. ENVIE A MENSAGEM NÃO VERBAL QUE VOCÊ ESTÁ OUVINDO.

·         Quando alguém está falando com você, você mantém contato visual com essa pessoa?

·         Você demonstra a quem fala que você está ouvindo balançando afirmativamente a cabeça?

·         Sua linguagem corporal transmite a mensagem de que você está ouvindo?

·         Você se inclina para frente e não utiliza suas mãos para brincar com objetos?

A maior parte dos peritos em comunicação concorda que mensagens não verbais podem ser 3x mais poderosas do que mensagens verbais. Uma comunicação efetiva fica difícil sempre e quando você envia uma mensagem não verbal que você não está realmente ouvindo…

 

3. EVITE CONCLUSÕES PREMATURAS.

·         Ao ouvir, você frequentemente realiza julgamentos imediatos sobre o que o outro está falando?

·         Você assume ou imagina o que o outro vai falar a seguir?

·         As vezes você descobre mais tarde que errou na correta interpretação do que o outro estava lhe dizendo?

Considerando que o ouvinte pode escutar numa velocidade maior daquela que a maior parte dos locutores fala, existe uma tendência a concluir rápido demais. Esta tendência é talvez o maior obstáculo para ouvir efetivamente. É especialmente importante evitar conclusões prematuras quando se ouve uma pessoa com a qual você não concorda. Quando os ouvintes começam a discordar da mensagem enviada, eles tendem a mal-interpretar o restante da informação e a distorcer o significado originalmente pretendido de forma a que seja consistente com as suas próprias crenças.

4. EVITE FICAR DEFENSIVO.

·         Você alguma vez levou para o lado pessoal o que outra pessoa falou quando aquilo que ela dizia não tinha nenhuma conotação pessoal?

·         Você alguma vez ficou zangado em relação ao que outra pessoa disse?

Ouvir cuidadosamente não significa que você sempre vai concordar com o ponto de vista do outro, mas significa sim que você vai tentar ouvir o que a outra pessoa está dizendo sem ficar exageradamente na defensiva. Tempo demais gasto explicando, elaborando e defendendo sua decisão ou posição é um sinal seguro que você não está ouvindo. Isto ocorre porque seu papel mudou de um no qual você ouve para outro no qual você convence os demais que eles estão errados. Depois de ouvir uma posição ou uma sugestão que você não concorda, simplesmente responda com algo do tipo: “Entendo o seu ponto. Apenas discordamos nessa questão.”. Ouvintes efetivos podem ouvir calmamente uma outra pessoa mesmo quando esta outra pessoa está discorrendo críticas injustas.

5. PARAFRASEIE.

Parafrasear é a arte de colocar em suas próprias palavras aquilo que você considera que ouviu e dizê-lo de volta ao locutor. Por exemplo, um subordinado pode dizer: “Você foi injusto ao me dar uma nota tão baixa na minha avaliação de desempenho. Você me avaliou abaixo do João. Eu posso fazer o trabalho melhor do que ele e, além disso, estou há mais tempo aqui.” Parafraseando uma resposta seria: “Vejo que você está transtornado em relação à sua avaliação Você acha que foi injusto eu ter avaliado você desse jeito.” Parafrasear é uma excelente técnica para melhorar suas habilidades de ouvir e resolver problemas. Primeiro porque você tem que ouvir com muito cuidado caso você deseje parafrasear exatamente o que você ouviu. Segundo porque uma resposta parafraseada vai clarificar o locutor que a mensagem dele foi corretamente recebida e encorajá-lo a expandir aquilo que ele está tentando comunicar.

6. OUÇA (E OBSERVE) SENTIMENTOS.

·         Ao ouvir, você se concentra apenas nas palavras que estão sendo ditas, ou você também se concentra na forma como elas estão sendo ditas?

 A forma como o locutor se posiciona, a tom de sua voz e a inflexão que ele utiliza, bem como o que o locutor está fazendo com as suas mãos, tudo isso faz parte da mensagem que está sendo enviada. Uma pessoa que altera sua voz está provavelmente ou zangada ou frustrada. Uma pessoa olhando para baixo enquanto fala está provavelmente ou sem-graça ou envergonhada. Interrupções podem sugerir medo ou falta de confiança. Pessoas que fazem contato visual e se inclinam à frente estão em principio exibindo confiança. Discussões podem refletir preocupação. Silêncio inadequado pode ser sinal de agressão e ser entendido como punição.

7. FAÇA PERGUNTAS.

·         Você geralmente faz perguntas quando está ouvindo uma mensagem?

·         Você tenta esclarecer o que uma pessoa disse para você?

Ouvintes efetivos se asseguram que eles escutaram corretamente a mensagem que está sendo enviada. Faça perguntas para esclarecer pontos ou para obter informação adicional. Questões abertas são as melhores. Elas demandam que o locutor passe mais dados. Formule suas perguntas de forma a que fique claro que você ainda não chegou a conclusão alguma. Isso vai assegurar a quem envia a mensagem que você só está interessado em obter mais e melhores dados. E quanto mais informações você como ouvinte tiver, melhor você pode responder à comunicação do locutor.

OUÇA ATIVAMENTE

Em suma: nem todo mundo possue o mesmo estilo de escuta, mas líderes que utilizam escuta “ativa” estão mais propensos a se tornarem melhores ouvintes. Escuta ativa demanda que o receptor de uma mensagem deixe da lado a crença de que ouvir é fácil, que acontece naturalmente, para dar-se conta que ouvir efetivamente requer intensa dedicação. Aí o resultado da escuta ativa é uma comunicação mais eficiente e efetiva.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Cabeça quente nas decisões ? Você está fazendo isso errado.

Quantas vezes já ouvimos de pessoas queridas até mesmo em nossas vidas pessoais que de cabeça quente não devemos decidir absolutamente nada ? Pois é isto deve ser muito aplicado nas Empresas Modernas.

Muitas vezes pelo ímpeto do momento, quando nos encontramos em situações que nos contrariam, queremos tomar as decisões ali na hora, e certamente não será a decisão mais acertada.

O ser humano de uma maneira geral, bem como, quando ele está em sua função profissional, é suscetível as intempéries causadas pela rotina do dia a dia, e muitas vezes não conseguem controlar os impulsos em um momento de desvio de curso das atividades normais e acabam tomando decisões sem refletir a respeito.

Quando os líderes em Empresas Modernas se veem nesta condição, a melhor coisa a ser feita é parar, respirar, se for possível converse com outras pessoas a respeito, refletir antes de tomar qualquer atitude.

Atitudes impensadas em momentos de "cabeça quente" nos conduzem na grande maioria das vezes à decisões erradas.

Existe uma palavra não muito familiar a todas as pessoas que é a Temperança, o significado literário desta palavra exibe exatamente qual é o sentimento que devemos ter ao tomarmos nossas decisões e atitudes.

Temperança significa ter moderação em suas atitudes, ter equilíbrio.

Ter temperança é ter uma virtude, ou qualidade, de quem modera tudo que faz, de quem não toma atitudes apenas pelas suas vontades, é alguém que sabe equilibrar, que tem parcimônia ao agir.

Achei este tema pertinente para aplicarmos em nossos agitados dias do dia a dia.

Valeu pessoal, até a próxima.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

As 25 escolas que mais formam CEOs no mundo.

1Harvard UniversityEstados Unidos
2University of TokyoJapão
3Stanford UniversityEstados Unidos
4École PolytechniqueFrança
5HEC ParisFrança
6ENA, École Nationale d?AdministrationFrança
7University of PennsylvaniaEstados Unidos
8Massachusetts Institute of TechnologyEstados Unidos
9Keio UniversityJapão
10Seoul National UniversityCoreia do Sul
11Cornell UniversityEstados Unidos
12INSEADFrança
13Tsinghua UniversityChina
14University of ChicagoEstados Unidos
15Northwestern UniversityEstados Unidos
16Columbia UniversityEstados Unidos
17Mines ParisTechEstados Unidos
18Kyoto UniversityJapão
19Yale UniversityEstados Unidos
20Waseda UniversityJapão
21University of OxfordReino Unido
22Southern Methodist UniversityEstados Unidos
23University of Southern CaliforniaEstados Unidos
24University of WitwatersrandÁfrica do Sul
25New York UniversityEstados Unidos

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A sabedoria de sermos eternos aprendizes.

Quando menos é mais. Quantos de nós já ouvimos esta frase ? Pois é, ela reflete a solução para muitos dilemas nas Empresas Modernas, e até mesmo em nossas vidas pessoais, esta é a sabedoria de sermos eternos aprendizes.

Esta frase nos ajuda a entender que muitas soluções estão nas ações mais simples, nas respostas mais óbvias, no caminho mais fácil.

Acontece que a sabedoria de um verdadeiro líder está em identificar que estas são as respostas corretas. Isto posto, apenas nos faz pensar e entender que ouvir as pessoas que estão ao seu lado com atenção mesmo que a primeira vista você julgue que aquilo é uma bobagem, é o caminho para enxergar as coisas por outros pontos de vista.

É comum nos pegarmos criando o plano infalível para dominar o mundo, quando o que precisamos é sair da caixa e pensar no problema como uma pessoa que nele não está envolvido.

Meus caros o grande problema é que nós seres humanos de uma forma geral, quando passamos a galgar degraus mais altos, principalmente no mundo profissional, passamos a nos julgar plenos conhecedores do bem e do mal e que arrogantemente nenhuma outra opinião é mais sábia que a nossa.

Um grande e muito sábio amigo me disse recentemente, mesmo quando alcançamos os graus máximos de nossa sabedoria e conhecimento, devemos nos colocar novamente como aprendizes com a humildade em reconhecer que nada sabemos.

Isto vale para nossa vida profissional e pessoal.

Valeu pessoal, até a próxima !